- Ela respondeu dizendo...
Ora, todo mundo sabe que ela aceitou o convite, naquela época era muita descortesia recusar qualquer convite, e nossa moça era gentil, ela nunca o negaria essa cortesia, aliás, nossa moça era aquele tipo de pessoa incapaz de ser rude com alguém, ela era doce, meiga e gentil de um modo tão absurdo que é difícil de descrever...
“Na verdade, era impossível descrever essa moça, por isso, não tentarei, mas para nosso garoto, ela era como a existência mais bela num mundo feito de beleza’’...
Ela se atrasaria? Pensava nosso rapaz, ansioso, enquanto esperava, até que...
Era a campainha, era ela, tinha que ser, ele chegou ao alto das escadas a tempo de vê-la entrando...
O tempo engasgou, podia vê-la novamente..
Não trazia jóias, não estava arrumada, não vestia nada de tão elegante, não trazia os cabelos arrumados demais, estavam soltos..
‘’ Ela estava natural somente, naturalmente linda. ’’
Antes que percebesse, nosso garoto descera as escadas de seu palácio e se pusera de frente com sua convidada, estavam muito mais próximos do que a etiqueta permitia..
‘’ Podia sentir sua respiração, a olhou, seus seios, apertados no espartilho, se moviam com sua respiração, estava forte, o movimento despertava em nosso garoto algo novo, era desejo, mas desejo de um jeito que ele nunca sentira antes, ele levantou seus olhos, ela estava vermelha, espantada’’...
- Ela tentou se afastar...
Ele a segurou pela mão e a beijou...
[Continua...]
Errar é humano... Colocar a Culpa nos outros é estratégico... NÃO COMENTAR É PECADO...
sábado, 7 de janeiro de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Era uma vez... Parte 2
De repente, era ele caindo, tudo parou...
O tempo, seu coração, sua respiração, e parado, ele pôde ver o semblante de quem o fizera perder o equilíbrio, era uma moça, naquele momento ele a odiou por o ter feito cair, por o ter feito perder o equilíbrio, e ele tinha certeza, não morreria, mas se machucaria com aquela queda...
E assim aconteceu, ao sentir o chão, sentiu também dor em uma de suas pernas...
Ele a quebra-la...
No chão, logo depois do grito, pessoas vieram em seu auxilio, alguns dos empregados de sua própria casa, alguns andantes da rua...
- Sua perna esta quebrada, Senhor. Disse um de seus empregados tolamente, afinal, nosso garoto já sabia disso, podia sentir o osso se mexendo de forma anormal...
No meio de todos os curiosos ele reconheceu o rosto da moça que o fez cair, ela também estava com medo, ele podia ver, em seu rosto, medo, não sabia direito se era medo da culpa de tê-lo feito cair, mas havia medo em seu rosto...
- Você, você gritou e me fez cair. Gritou nosso garoto ainda envolto em completa dor.
- Ela meu senhor? Disse uma mulher ao lado do rosto que o fez cair.
- Sim, essa mesma, gritou, me assustei e cai por causa dela!. Respondeu aos gritos nosso rapaz.
- Senhor, se o fiz cair, cuidarei de você até senhor até que sua ferida se cure. Disse a moça o
derrubou.
- É o mínimo que você pode fazer. Gritou ainda em dor nosso rapaz.
Nessa hora, foi erguido e colocado, em uma carruagem que logo rumaria a um hospital próximo dali.
Tomado todos os cuidados, voltou a sua casa e foi deitado em sua cama, no seu quarto estava a moça que lhe fizera cair.
- Perdão por ter lhe feito cair. Disse ela.
- Não tem problema. Disse nosso garoto, já mais calmo, afinal a dor já passara.
- Mesmo assim, tomarei conta de você até que se cure. Respondeu a moça.
-Certo, se essa é sua vontade, não serei contra, acho que só tenho a ganhar com essa sua decisão. Disse, certamente, nosso rapaz.
Naquelas primeiras semanas, ele não poderia sair da cama, mas aproveitara bastante esses dias, conversara com a moça, falaram apenas besteiras, e o que era realmente estranho para nosso homem, em sua companhia ele sorria bastante, mesmo que não entende-se o porque disso, ele sempre estava feliz ao lado de sua enfermeira particular, podia notar que ela também era feliz, sempre rindo, desse modo, sua enfermeira tornou-se, de algum modo, bela....
Aconteceu sem querer, em algum momento dessas semanas de recuperação, nosso homem, que não fazia ideia de como ou quando, se apaixonara, só notou isso quando já saudável, sua amiga e companheira deixou de o ver, e em meio de saudades dela, ele se sentiu só...
Foram dias tristes, dias em que ele sozinho se amaldiçoava por sarar tão rápido, a queria de volta, a queria do seu lado, a queria rindo, a queria ali, só ali e em lugar nenhum... Lutou contra essa verdade, mas ele mesmo sabia que querendo ele ou não, a queria para si.
Mandou, então, um de seus empregados a convida-la para jantar, e logo que seu subordinado chegou com a resposta, mandou chama-lo e ficou sabendo.
Ela respondeu dizendo:
...
[Continua]
O tempo, seu coração, sua respiração, e parado, ele pôde ver o semblante de quem o fizera perder o equilíbrio, era uma moça, naquele momento ele a odiou por o ter feito cair, por o ter feito perder o equilíbrio, e ele tinha certeza, não morreria, mas se machucaria com aquela queda...
E assim aconteceu, ao sentir o chão, sentiu também dor em uma de suas pernas...
Ele a quebra-la...
No chão, logo depois do grito, pessoas vieram em seu auxilio, alguns dos empregados de sua própria casa, alguns andantes da rua...
- Sua perna esta quebrada, Senhor. Disse um de seus empregados tolamente, afinal, nosso garoto já sabia disso, podia sentir o osso se mexendo de forma anormal...
No meio de todos os curiosos ele reconheceu o rosto da moça que o fez cair, ela também estava com medo, ele podia ver, em seu rosto, medo, não sabia direito se era medo da culpa de tê-lo feito cair, mas havia medo em seu rosto...
- Você, você gritou e me fez cair. Gritou nosso garoto ainda envolto em completa dor.
- Ela meu senhor? Disse uma mulher ao lado do rosto que o fez cair.
- Sim, essa mesma, gritou, me assustei e cai por causa dela!. Respondeu aos gritos nosso rapaz.
- Senhor, se o fiz cair, cuidarei de você até senhor até que sua ferida se cure. Disse a moça o
derrubou.
- É o mínimo que você pode fazer. Gritou ainda em dor nosso rapaz.
Nessa hora, foi erguido e colocado, em uma carruagem que logo rumaria a um hospital próximo dali.
Tomado todos os cuidados, voltou a sua casa e foi deitado em sua cama, no seu quarto estava a moça que lhe fizera cair.
- Perdão por ter lhe feito cair. Disse ela.
- Não tem problema. Disse nosso garoto, já mais calmo, afinal a dor já passara.
- Mesmo assim, tomarei conta de você até que se cure. Respondeu a moça.
-Certo, se essa é sua vontade, não serei contra, acho que só tenho a ganhar com essa sua decisão. Disse, certamente, nosso rapaz.
Naquelas primeiras semanas, ele não poderia sair da cama, mas aproveitara bastante esses dias, conversara com a moça, falaram apenas besteiras, e o que era realmente estranho para nosso homem, em sua companhia ele sorria bastante, mesmo que não entende-se o porque disso, ele sempre estava feliz ao lado de sua enfermeira particular, podia notar que ela também era feliz, sempre rindo, desse modo, sua enfermeira tornou-se, de algum modo, bela....
Aconteceu sem querer, em algum momento dessas semanas de recuperação, nosso homem, que não fazia ideia de como ou quando, se apaixonara, só notou isso quando já saudável, sua amiga e companheira deixou de o ver, e em meio de saudades dela, ele se sentiu só...
Foram dias tristes, dias em que ele sozinho se amaldiçoava por sarar tão rápido, a queria de volta, a queria do seu lado, a queria rindo, a queria ali, só ali e em lugar nenhum... Lutou contra essa verdade, mas ele mesmo sabia que querendo ele ou não, a queria para si.
Mandou, então, um de seus empregados a convida-la para jantar, e logo que seu subordinado chegou com a resposta, mandou chama-lo e ficou sabendo.
Ela respondeu dizendo:
...
[Continua]
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Era uma vez...
Era uma vez, da ultima vez eu consegui pensar em um jeito tão legal de começar...
Não sei se vai dar dessa vez...
Começar com era uma vez é tão fácil, simples...
E eu não tenho mais criatividade pra começar de outro jeito mais legal, talvez você pare de ler aqui por estar achando toda essa enrolação muito boba...
Mas talvez...
Era uma vez, um garoto, como todos meus garotos de era uma vez importantes, esse também não tinha muitas qualidades ou muitos defeitos, era só um garoto, nem alto, nem baixo, nem bonito, nem feio... Era só um garoto, nem preciso dizer o nome dele, hoje, ele vai ser só garoto...
Nosso garoto gostava de ler, gastava a maioria de suas horas livres viajando com páginas e mais páginas de impressos, não havia internet no seu tempo, ele ainda podia sentir o cheiro do mofo que havia nas páginas dos velhos livros de seu pai, era um cheiro embrulhante, mas ele gostava, porque sempre o fazia pensar por quantas mãos aqueles mesmo livros passaram, quantas mentes haviam viajado com aquelas mesmas personagens, enfim, nosso garoto era um leitor...
Lendo ele cresceu, e logo que alcançou a aurora da juventude, quis pra si o que aqueles personagens tinham, uma grande aventura, um grande amor, não sabia a razão, mas ele queria algo grande pra si...
Nosso garoto continuou lendo, leu até alcançar a maturidade, sua barba já não tinha falhas e no canto de seus olhos, as rugas começavam a aparecer... Nosso garoto se tornou um homem amargurado, amargurado consigo mesmo por não ter vivido a grande história que ele acreditava existir em seu destino...
Num dia desses nada especiais, ele lendo em sua varanda... teve vontade de pular, não aguentava mais o tédio de sua vida, ele era bastante rico, de modo que nem mesmo o trabalho o tirava do ócio, ganhar ou perder dinheiro com os negócios que seu pai o deixara não fazia diferença...
Sua vida era morta, e ele, são, decidiu por vontade própria abandonar a vida e se entregar ao ultimo abraço...
Subiu na proteção da varanda, se pôs o mais ereto que pôde, então percebeu a falha no seu plano, a varanda mal tinha quatro metros de altura, ele de certo não morreria da queda, quebraria talvez uma perna e agonizaria até que alguém o socorre-se, decidiu então vol...
- EIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, SOCORROO – foi o grito desesperado de alguém na rua q o viu em pé se equilibrando a pouco mais de quatro metros de altura.
Nosso garoto, agora homem, se desiquilibrou e caiu.
Continua.
Não sei se vai dar dessa vez...
Começar com era uma vez é tão fácil, simples...
E eu não tenho mais criatividade pra começar de outro jeito mais legal, talvez você pare de ler aqui por estar achando toda essa enrolação muito boba...
Mas talvez...
Era uma vez, um garoto, como todos meus garotos de era uma vez importantes, esse também não tinha muitas qualidades ou muitos defeitos, era só um garoto, nem alto, nem baixo, nem bonito, nem feio... Era só um garoto, nem preciso dizer o nome dele, hoje, ele vai ser só garoto...
Nosso garoto gostava de ler, gastava a maioria de suas horas livres viajando com páginas e mais páginas de impressos, não havia internet no seu tempo, ele ainda podia sentir o cheiro do mofo que havia nas páginas dos velhos livros de seu pai, era um cheiro embrulhante, mas ele gostava, porque sempre o fazia pensar por quantas mãos aqueles mesmo livros passaram, quantas mentes haviam viajado com aquelas mesmas personagens, enfim, nosso garoto era um leitor...
Lendo ele cresceu, e logo que alcançou a aurora da juventude, quis pra si o que aqueles personagens tinham, uma grande aventura, um grande amor, não sabia a razão, mas ele queria algo grande pra si...
Nosso garoto continuou lendo, leu até alcançar a maturidade, sua barba já não tinha falhas e no canto de seus olhos, as rugas começavam a aparecer... Nosso garoto se tornou um homem amargurado, amargurado consigo mesmo por não ter vivido a grande história que ele acreditava existir em seu destino...
Num dia desses nada especiais, ele lendo em sua varanda... teve vontade de pular, não aguentava mais o tédio de sua vida, ele era bastante rico, de modo que nem mesmo o trabalho o tirava do ócio, ganhar ou perder dinheiro com os negócios que seu pai o deixara não fazia diferença...
Sua vida era morta, e ele, são, decidiu por vontade própria abandonar a vida e se entregar ao ultimo abraço...
Subiu na proteção da varanda, se pôs o mais ereto que pôde, então percebeu a falha no seu plano, a varanda mal tinha quatro metros de altura, ele de certo não morreria da queda, quebraria talvez uma perna e agonizaria até que alguém o socorre-se, decidiu então vol...
- EIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, SOCORROO – foi o grito desesperado de alguém na rua q o viu em pé se equilibrando a pouco mais de quatro metros de altura.
Nosso garoto, agora homem, se desiquilibrou e caiu.
Continua.
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